Hernâni Matos

Inteiros Postais de Portugal

INTEIROS POSTAIS - A MÃE DE TODAS AS CLASSES

Hernâni Matos

(artigo publicado  no nº 2 da "Convenção Filatélica" - Março de 2002)

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PRÓLOGO

São variados os temas que um jornalista e/ou escritor filatélico aborda quando passa a letra de forma toda a angústia postal que lhe grassa a alma filatélica. O tema, esse é sempre fruto de condicionalismos diversos: pesquisas em curso, solicitações de textos específicos para publicação, motivações pontuais, etc., etc..

No caso vertente, o presente artigo teve origem na minha firme convicção de que a um jurado cabe não só o papel de avaliar objectivamente as participações da(s) classe(s) de sua especialidade, como também a missão estratégica de através dos seus escritos contribuir de uma forma didáctica para o fomento[1] da(s) classe(s) em que lhe foram atribuídas especiais responsabilidades de juiz.

Como jurado, penso que posso dar um contributo nesse sentido,  mostrando não só a importância de que se revestem os Inteiros Postais enquanto classe F.I.P. autónoma, com o seu Regulamento Especial e as correspondentes Directrizes, como também a sua importância nas suas inter-relações com outras classes filatélicas.



[1] Este fomento é tanto mais importante quanto se prevê a curto prazo, uma morte para os bilhetes postais que ainda vão sendo emitidos pelos Correios. Sobre este assunto é de ler o interessante artigo: Ferreira, Luís Eugénio. Inteiros Postais. Crónica de uma Morte Anunciada. Boletim do Clube Filatélico de Portugal, nº 363, Junho de 1993. Lisboa.

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